Longe dos estúdios de televisão, a apresentadora Silvia Abravanel transformou sua rotina ao morar em uma grande fazenda no interior de São Paulo. Formada em medicina veterinária, a filha de Silvio Santos vive cercada por centenas de animais de diferentes espécies, garantindo um lar seguro e livre de abates para todos os bichos. O espaço abriga cães, cavalos de raça, pavões, lhamas e até lagartos raros.
A paixão pela área não é recente, já que a formação universitária se encaixa diretamente com sua relação de cuidado com os bichinhos. Embora conte com o apoio de outros profissionais, ela afirmou que nunca deixou de exercer a profissão, participando da saúde e do bem-estar dos habitantes da fazenda.
Além de cães e cavalos, a fazenda de Silvia Abravanel abriga espécies exóticas e surpreendentes, como lagartos, lhamas e cobras
A variedade de espécies exóticas mantidas na fazenda
A apresentadora está à frente de um haras com 29 cavalos e 14 cachorros. Porém, o que realmente surpreende as pessoas é a convivência com animais bem menos comuns no ambiente rural.
Além de lhamas, lagartixas e um dragão-barbudo, as serpentes ocupam um espaço de destaque na vida de Silvia.
Ela já chegou a declarar que cuidava de dezenas de cobras e, inclusive, exibiu tranquilamente uma jiboia durante o passeio transmitido pela Band.
Com tantas espécies convivendo no mesmo ambiente, a apresentadora assumiu de forma bem-humorada que o refúgio rural tomou grandes proporções. "É como se fosse a Arca de Noé", brincou ela ao descrever a fazenda para a reportagem da emissora.
Livre de qualquer tipo de abate, os bichos vivem por toda a vida na fazenda, formando diferentes gerações seguras no mesmo ambiente
Diferentemente das propriedades rurais tradicionais voltadas para o comércio ou o consumo familiar, a apresentadora estabeleceu uma norma sobre o destino de suas espécies. O local não permite a criação para abate, servindo exclusivamente como um santuário de moradia.
A veterinária explicou como funciona essa dinâmica na prática, garantindo que as espécies permanecem lá até o fim de seus dias. "Não comemos nenhum dos bichos. Eles nascem e morrem aqui. Às vezes, várias gerações da mesma família", declarou Silvia à Band.
Metrópoles